Leitura de Mentes 011 – Por que DIABOS jogar RPG?

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Olá ouvintes de mentes! 

Por que diabos jogar RPG? Nesse primeiro episódio com novo formato do Leitura de Mentes, Cristiano Fox, Ivan Prado, Rafael Capo e os convidados Sidão e Icaro Dias, conversam sobre como era o RPG na época em que começaram a jogar, os motivos que levam as pessoas a conhecer e gostar do hobby e o que o torna tão mais interessante e diferente que outros jogos. 

(o ministério da saúde adverte: ouvir esse podcast na casa da mãe do seu amigo pode causar  surtos de bobose).

Sugestões, reclamações e elogios podem ser encaminhados para: contato@cronicasdementes.com.br

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Links citados no episódio:
 D&D com Microsoft Surface
First Quest – A Primeira Missão

Músicas do episódio:
01. The Undead West – Knock Galley West
02. Gregoire Lourme – Dark Justice
03. Gregoire Lourme – Rescue
04. Marc Teichert – Frontier
05. Samuel Martinez – A Traves del Viento
06. Marc Teichert – Leaving Orbit
07. Gregoire Lourme – Streetscape
08. Gregoire Lourme – SuperHero Montage
09. Gregoire Lourme – Guns Anarchy
10. The Hypnotunez – Swing me up

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.

 

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Um comentário sobre “Leitura de Mentes 011 – Por que DIABOS jogar RPG?

  1. Olá leitores de mentes, seguindo o exemplo de vocês, também vou resumir meu início no RPG. Certo dia, deu-me vontade de descobrir o que era Dungeons&Dragons, aquele jogo de mesa meio indecifrável, parecia interessante. Achei o livro do jogador da edição 3.5 na internet e comecei a descobrir aquele mundo de interpretação, dados, modificadores, etc. Pensei em jogar aquilo com alguém que já conhecesse, porém eu não sabia de ninguém que já havia experimentado o RPG (eu achava que não), por isso tentei mestrar algo para os meus amigos. Fui aprendendo na porrada como aplicar cada regra, a improvisar e a explorar A REGRA DE OURO. Todos gostaram da experiência, a pena era que toda vez que eu fazia uma mesa apareciam amigos diferentes, eu era jovem na arte do role play e não soube lidar com a rotatividade de pessoas e personagens, de modo que as campanhas não prosseguiam. Mais tarde eu descobri um amigo na catequese jogador de RPG, foi com ele que veio a ideia de fazer um grupo fixo. Com isso eu pude jogar todos os fins de semana com as mesmas pessoas e a vida foi ficando mais feliz.
    Agora um comentário sobre a nova face do leitura de mentes: ficou muito bom. O podcast manteve uma dinâmica bem legal e fluiu agradavelmente. Continuem com o ótimo trabalho e que todo o esforço de vocês nesses programas os recompense.

    Curtido por 1 pessoa

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